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Assassino confessa que matou universitária com um canivete; Prisão temporária é decretada

Douglas Cossi Fagundes
Da Redação

Delegado Miguel Rocha, da Polícia Civil, e capitão Fábio Akira, da Polícia Militar 

 

O assassino confesso de Maria Julia Martins Quintino da Silva, de 17 anos, Jean Gomes de Menezes Santana, de 27 anos, disse que matou a universitária com um canivete, ainda não localizado. Foram 35 golpes. As informações são da Polícia Civil.

Em depoimento à Polìcia Civil nesta quarta-feira (10), logo após ser preso, Jean afirmou que matou Maria Julia por que não aceitava o fim do relacionamento entre os dois. Eles namoraram por três anos, mas estavam separados, por decisão dela, desde o fim de novembro do ano passado.

Ele ainda disse que estava arrependido, por isso teria decidido se entregar, após ficar circulando por uma mata desde que cometeu o assassinato. Ele foi preso na manhã quarta-feira (11), próximo a praia de Pereira Barreto, depois que a Polícia Militar recebeu uma denúncia de que um homem com as características do assassino estaria circulando na região.

A Justiça decretou a prisão temporária de Jean Gomes, por trinta dias. Mas é provável que, ao fim desse prazo, ela seja transformada em preventiva, com ele ficando preso até o julgamento.


O crime - A jovem foi morta à facadas pelo ex-namorado, a poucos metros do Campus II da UNESP, onde funciona a Zootecnia.

Segundo apurou o ilhadenoticias, o suspeito esperou a universitária na esquina entre a viela de 400 do Passeio Batalha e o Passeio Colinas, onde a atacou com uma faca. Ele deu vários golpes na estudante, atingindo, principalmente, sua costa e pescoço. Ela não resistiu aos ferimentos e morreu no local.

O suspeito, que é de Ilha Solteira e residia no assentamento Estrela da Ilha, teria tido um relacionamento de três anos com a vítima, encerrado há alguns meses.

O acusado também teria deixado um cartão junto ao corpo, mas o conteúdo não foi divulgado pela Polícia.


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